Bom dia ... \0
Aí, sei que sou “mô” errada, fiquei um “tantão” de tempo sem
escrever.
Estava sem muita inspiração, não sei ...
Ando pensando muito, sei lá, acho que deve ser a chegada do
fim do ano, e como diz a canção “Então é Natal e o que vc fez?”.
Essa pergunta anda meio que martelando a minha cabeça.
Sábado passado fui almoçar com a comparsa. Aí, fala sério,
chique essa coisa de almoçarmos neh!!! Rs.
Minha cabecinha às vezes é um redemoinho, uma loucura de ideias
e pensamentos.
Já estou quase uma balzaquiana e algumas coisas andam
pesando, além deu própria.
Queria entender o sentido da vida, do amor, da felicidade, é
sempre tão difícil escrever sobre isso.
Falar de amor é difícil, sentir é estranho, amar é uma
loucura! Qual é o sentido de amar? Como se é amar? Pq e pra que falar de amor?
Sou carinhosa, mas ando estranha, não sei o que é!
Tendo me enquadrar, mas não consigo. Sabe, acredito que a
vida não é preto e branco ou cinza, ela pode ser e é colorida.
Não me considero adulta, pq os adultos são sempre certos,
sérios, sisudos, tristes ...
Sou uma romântica, mas aí se contarem pra alguém eu NEGO. Rs
Acredito em contos de fadas, rs. Ainda queria escutar, mais
ainda agora, palavras de amor piegas, vê desejo nos olhos de alguém mesmo
estando assim, pq foi nesse corpo que eu me tornei mais eu.
Tenho um grande problema de auto aceitação e não é só por
causa dos quilinhos a mais (quilinhos foi piada!). Preocupo-me muito com que as
pessoas pensam, sentem, desejam.
Admiro muito isso na “Outra”, não se importar com que os
outros pesam.
Acho que esse é um grande problema que as pessoas enfrentam
fazer coisas para os outros verem não pra si. Nenhuma atitude é totalmente
altruísta, então se tu fazes algo, sim é pelo menos em parte pra beneficio
próprio.
Pra que tu tem q pensar nos outros? Eles pagam suas contas,
lavam suas calcinhas? Não, faça coisas pra “suas” pessoas.
As pessoas me veem como uma pessoa engraçada e divertida,
porém na calada na noite ou na minha escuridão não sou tão assim. Acho mais
fácil falar de coisas do cotidiano sendo escrachada pq nessa ninguém vai saber
o quanto dói os tais preconceitos. Às vezes me sinto aquele palhaço que o
Selton Mello interpreta no filme com o mesmo nome, O Palhaço. As pessoas riem
mesmo sendo séria.
Sei lá devo tá de TPM.
Mas é isso aí ...
Se cuidem até a próxima e
Beijo da Gorda, por enquanto (-5Kg)

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